setembro, 2008

gia dình

setembro - 28 - 2008

Esse vídeo é tipo “vamos começarâ€. Impossível traduzir a expectativa dessa viagem – que não tinha um “pra quêâ€, pelo menos pra mim. O que significava juntar umas coisas, olhar dicas de viagem na Internet, pedir folga no trabalho, se não tínhamos sequer um porquê concreto? E não tínhamos mesmo. Agora que voltamos, encontramos mais razões do que esperávamos. Essa viagem tinha que acontecer, principalmente pra nos abrir novos horizontes sobre o que realmente queremos pra nossas vidas. Quem sabe explorando o site, você possa sentir algo parecido?
“gia dìnhâ€? Início em alguma língua pouco conhecida… achei exótico e escolhi como nome. O que você queria? Um conceito já pronto?

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Trilha Sonora - Parte II

setembro - 27 - 2008

Chegamos ao lado OUT da nossa viagem musical. Punk Revival, Rock n’ Roll, Cool Jazz, Reagee, Blues e Folk levam esse lado da trilha sonora. O lado que atinge mais o corpo do que a mente.

Ouça a PRIMEIRA - OUTSIDE


Juliette and the Licks

Juliette and the Licks

Juliette And The Licks abre a trilha com um som fantástico digno de suas maiores influências do Punk como Stooges e Black Flag. Punk Revival, como é chamada a nova geração do Punk que inclui bandas como Green Day, Offspring e Bad Religion. E cá entre nós, Juliette faz muito melhor que esses caras. Nada mal para uma hollywood star.


 

Medeski Scofield Martin and Wood

Medeski Scofield Martin and Wood

Medeski Scofield Martin & Wood vem em seguida? Pôôô!! Já tô começando a achar essa trilha tendenciosa afinal sou muito fã de Medeski, um monstrinho dos teclados, principalmente depois que resolveu lançar um trabalho com outros três jazzísticos que parecem ter cinco cérebros, cada um.

O disco desse quarteto, Out Louder, é demais. É tão bom que atinge as mais diversas tribos do Jazz, Reggae, Rhythm Blues e Rock. Até Paul Mccartney concedeu a regravação de Julia. Podem conferir que ficou linda.


Céu

Céu

 

Partimos agora para Maria do Céu, uma das maiores revelações brasileiras do novo século, regravando um clássico de Bob Marley. Os fãs podem me matar mas eu preciso afirmar que a regravação de Concret Jungle ficou melhor do que a original. Bob, desculpa aê.

 


Na Natureza Selvagem

Na Natureza Selvagem

E agora? Eddie Vedder pediu encarecidamente a Sean Penn para compor a trilha sonora de seu filme que conta a incrível história de um jovem americano que, revoltado com a sociedade, larga tudo e parte numa jornada pro Alaska. Na Natureza Selvagem (Into the Wild) é o nome da obra.

Obra que foi um das minhas maiores motivações para adentrar no Projeto Fuga e não preciso dizer que Eddie Vedder deu um tempo do Pearl Jam pra compor essa trilha com todo o coração. Isso aê Eddie, espero que você aprove nosso projeto também. Yeahhh


Eric Clapton? Pra quê falar do melhor guitarrista de Blues da atualidade!? Tenho até medo de falar qualquer coisinha sobre esse gênio. Só restou a coragem de vincular uma música dele ao nosso humilde projeto.


 

Miles Davis

Milles Davis

Miles Davis? Como assim? Falar do maior nome do Jazz e um dos cinco mais importantes músicos da história? Não dá pra falar, só ouvir.

Tenho que voltar a falar, não é? Não é preguiça, é covardia. Quem sou eu pra falar dessa galera? Como? Não dá!


Os Mutantes

Os Mutantes

Em 70, Os Mutantes lançaram A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado e se tornaram a banda mais psicodélica e inovadora do rock nacional. Posto intacto até hoje e, por isso, tem um canto obrigatório na trilha do Projeto Fuga.


A Outside segue com Donovan Philips Leitch que foi um dos poucos a contribuir em trabalhos dos Beatles. Depois disso ele foi altamente pulverizado pela critica mas resurgiu nos anos 90 com bons trabalhos. A polêmica aliada ao talento, aliado ao Projeto Fuga.


Se a Terra é um rádio, qual é a música? É Manguebit. O hit do Mundo Livre S/A foi um dos mais tocados nas rádios pernambucanas e faz parte de um disco obrigatório na prateleira do qualquer brasileiro que tem orgulho da criatividade e capacidade inovadora de seus conterrâneos, Samba Esquema Noise.

 


Agora é a vez de Esperanza Spalding, mas eu já escrevi uma matéria inteira sobre ela. A única coisa que quero acrescentar é que um dia ela aceitará um dos meus 834.456.0769 pedidos de casamento, vocês verão.


A trilha encerra com outra música da trilha de Na Natureza Selvagem. Hard Sun, uma declaração de amor ao Sol inabalável. O Sol que esteve sempre conosco durante a viagem:

Quando eu caminho ao lado dela
Eu sou o melhor homem
Quando eu procuro deixa-la
Eu sempre retorno cambaleandoUma vez construi uma torre de marfim
Entao eu podia idolatrar de cima
Quando eu desço escalando pra ser libertdo
Ela me colocava dentro novamente

Existe um grande
Um grande sol dificil
Batendo nas pessoas grandes
No grande mundo dificil

Quando ela vem me cumprimentar
Ela esta à mercê em meus pés
Eu vejo seu charme interno
Ela simplesmente joga isso de volta pra mim

Uma vez eu cavei uma cova nova
Para encontrar uma terra melhor
Ela só ria e sorria pra mim
E pegava suas regras de volta novamente

Uma vez eu me pus a perde-la
Eu vi o que tinha feito
Reverenciei e joguei fora as horas
Do seu jardim e sol

Então eu tentei quere-la
Virei para ver o choro dela
40 dias e 40 noites
E isso ainda desce sobre mim

 

 

 

 

Fábio Camelo

A Primeira - Parte IV

setembro - 27 - 2008

PROBLEMAS COM A CÂMERA

A música era triste. Coincidência ou não, a trilha sonora que rolava dentro do carro, naquele instante de apreensão, era algo down, tristonho. Para não dizer funesto.
Pouco antes de entrarmos em Feira de Santana, Ricardo descobriu uma pane na parte elétrica da sua Canon (“Primeiro parou o foco automático, depois começou a dar erro se eu mexia no zoomâ€. Foi o que ele me explicou mais tarde.). Cara, eu juro que percebi o mundo dele ruindo naquela hora, juro. Era como se a viagem houvesse terminado para o nosso fotógrafo – e mal – antes de ter começado de fato. Dava para imaginar, era a sua arte que estava comprometida. Seu dom não encontraria instrumento para se exercitar: sim, Ricardo perdera um de seus órgãos. E, no meio da estrada, não havia perspectiva de doadores.
Tudo isso passava pela minha cabeça, que tentava simular o que se passava na cabeça dele. “A viagem perdeu o sentidoâ€, pensei. “A viagem perdeu o sentidoâ€, ele falou. Velho! Depois dessa, por mais que eu me mexesse, não encontrava mais posição confortável naquele banco de automóvel. Estávamos na parte de trás, ele e eu. Ele, com a câmera na mão, realizando uma série de testes, a expressão cada vez mais grave; eu, com a maior cara-de-pau, tomando notas, o desconforto crescente. Já tinha percebido à léguas que palavra alguma o consolaria.
E eu tinha uma vantagem em relação a todos ali no carro. Fabinho, Henrique e Ricardo dependiam de aparelhos que, caso falhassem, poderiam interromper por completo os seus trabalhos: o sistema de som do veículo (o toca-discos…), a filmadora, a câmera. Eu, que só utilizava um bloco de notas e uma caneta, ainda que não os tivesse, contaria com a memória que, embora deficiente, seria capaz de, mais tarde, ajuntar algumas palavras e passá-las adiante. Essa “vantagem†me torturava…
Mas, a viagem seguiu assim mesmo. E ficamos lá, os quatro, à espera de um milagre.
MARINHEIROS…

Erramos feio o caminho. Na tentativa de alcançar a BR-116, Fabinho, que conduzia o seu Quase-CrossFox preto na ocasião, pegou um retorno que nos levaria de volta a Salvador (Deus é mais!), provavelmente orientado por algum dos desorientados que o acompanhavam. A função de navegador era revezada por todos, mas, cá pra nós, muito mal desempenhada. Sonhadores, nossos pensamentos estavam longe, misturados com a paisagem; ninguém, mesmo que inconscientemente, queria ficar “viajando†no mapa. E olhe que, como vocês vão poder conferir depois, foi melhor assim. Muito melhor! Mas, não houve jeito; foi preciso retornar um trecho. Achei até bom, porque pude perceber os muitos espigões que pululavam por Feira de Santana.
Paramos para pedir informação a um homem que seguia com sua bicicleta. Falando de BRs como quem trata de ruas e avenidas, indicou-nos um viaduto e, com alguma precisão, nos disse que Serrinha distava dali 70 quilômetros (Serrinha fica no caminho para Tucano). Coordenadas tomadas, prosseguimos com a viagem.
DIA DOS MAÇONS

Na estrada, um outdoor me chamou a atenção. Dizia mais ou menos o seguinte: “20 de Agosto. Dia dos Maçons. O único dia em que eles fazem questão de aparecerâ€.
RUMO A TUCANO

Parecia que agora acertávamos. O problema (Para mim não era problema algum, pelo contrário, deixava a viagem mais instigante. E também aumentava o consumo de combustível…) eram os muitos desvios, encruzilhadas e trocas de pista; ao menor descuido, o carro enveredava pelo caminho errado. Ricardo teve a cautela de organizar um roteiro, mas este somente foi seguido nos primeiros quilômetros.
Enquanto passávamos por Santa Bárbara, Serrinha, Teofilândia e Araci, a caminho de Tucano, ele insistia com a sua câmera: girava ali, apertava aqui e nada. Girava lá, apertava cá e nada. Girava, apertava e nada. E nada. E nada. Nada! Oh, aflição!
Intimamente, todos torciam por que ela voltasse logo a funcionar. Tenho certeza!
Como não haveria paradas nesse trecho, o jeito era cada um se entreter como podia: entre uma tentativa e outra de fazer sua câmera voltar a funcionar, Rabello estudava enquadramentos com o auxílio das mãos; meditamos sobre o formato da Bahia, seus limites, que muito se assemelham aos do Brasil (Obra do acaso? Ou algo deliberado? Ainda não consegui qualquer informação sobre esse fato, mas, tão logo a encontre, será postada aqui no blog. Se o leitor souber algo a respeito, e quiser colaborar, por favor, entre em contato conosco!); falou-se em Teoria dos Fractais para explicar o caso. Até o biscoito Maria foi objeto de reflexão (!): uma certa empresa alimentícia conseguiu, após 134 anos, atualizar a “iguariaâ€, deixá-la com um aspecto mais “século XXIâ€: agora, o biscoito pode ser encontrado em três sabores Zero trans – tradicional, chocolate e baunilha –, e houve uma modernização discreta no seu desenho. Mas, claro, ele ainda permanece redondinho, redondinho. Um clássico!
Por falar em biscoito Maria, alguém reclamou do desconforto causado pela relativa onipresença dos sacos de compras. A solução, deram-na imediatamente: comer uma parte, para esvaziar o carro. Como ando meio natureba, aquelas embalagens de biscoitos, chocolates, salgadinhos e afins me deixaram um tanto perturbado. Pareceram transfigurar-se todos em exemplares da muitas vezes estranha culinária chinesa: uma aglomeração de vermes, insetos e outras bizarrices vivas, que se remexiam, repugnantes, enquanto não eram devoradas por algum insano (O que é a cultura, minha gente!). A alucinação durou pouco. Muito pouco até; logo parei com a frescura e me entreguei aos prazeres, fatais, da comida industrializada. Só tem tu, vai tu mesmo! Humm…

Fotos - parte III

setembro - 23 - 2008

Terceira parte da viagem, voltando pra casa.

Sigamos em Frente!

setembro - 23 - 2008



Só tive a certeza de que estávamos em Feira de Santana ao passar pelo Hospital Geral Clériston Andrade. O HGCA é o maior hospital do interior da Bahia: são mais de 300 leitos e cerca de 1500 funcionários. O HGE, em Salvador, conta com mais de 2,5 mil funcionários e uma quantidade de leitos próxima à do Clériston. (Essas informações eu retirei do blog do Dr. Eduardo Leite. Logo, dedicarei um texto ao Doutor Eduardo e à situação do HGCA.) Quando trabalhava como clipador (Alguém aí sabe dar outro nome para essa função?), até pouco tempo atrás, era comum ouvir referências ao Hospital Clériston Andrade, principalmente ao editar o material das emissoras de tevê locais (na verdade, de uma emissora local, a TV SUBAÉ), de modo que a instituição tornou-se, para mim, um ponto de referência da cidade.

Procurávamos a BR 116, que nos levaria até Tucano, de onde desviaríamos para Ribeira do Pombal (BR 410) e, de lá, seguiríamos para Paulo Afonso, conforme o planejado. Mal sabíamos nós que, por descuido - e por força do destino, acredito – plano algum seria seguido.

Paramos para um segundo café numa barraca de lanches, que ficava próxima a um posto de vacinação na estrada. Assim que divisei o posto, sugeri a meus colegas que se vacinassem contra a rubéola; era época de campanha. Eu já tinha me vacinado em Salvador, num supermercado que fica perto do campus da UNEB, no Cabula, e lhes disse que o melhor seria não correr o risco de pegar a doença por aí. Argumentaram que outros postos seriam encontrados mais adiante; não queriam perder tempo. De fato, durante toda a viagem notei vários deles, evidenciados sempre pela convocação da publicidade institucional. Essa última campanha, em termos de meta, é a maior registrada no mundo, até hoje. O Ministério da Saúde pretendia imunizar, até o dia 12 de setembro de 2008, 70 milhões de pessoas. Como tal objetivo não foi logrado dentro do prazo estabelecido, estendeu-se a campanha até o dia em que redigi este texto, 19/09/2008. Agora é esperar pelos dados oficiais e verificar se a meta foi cumprida, ou não.

Um pouco da Princesinha

setembro - 20 - 2008

 

Quando eu ainda era da 6ª série, no agora inexistente Colégio Drummond, em Salvador, foi realizado um trabalho escolar que tinha Feira de Santana como tema. Nada aprendi sobre a cidade na ocasião. E agora, quase dez anos depois, continuo ignorando praticamente tudo o que lhe respeita. Sei apenas, da época do vestibular, que o município fica situado no agreste baiano, região intermédia entre a Zona da Mata e o sertão, apresentando características também medianas de vegetação e de clima. Além disso, recordo algumas palavras-chave: BR-324, observatório, Iguatemi, Feiraguai(!), micareta, “Princesa do Sertãoâ€. Acho que só: peças de informação soltas, desconexas.
Das raras vezes em que viajo (Raras! Oh, lástima! Oxalá pegue eu muita estrada ainda nesta vida!), apenas passo por Feira de Santana. Nunca fiquei para uma devassa. Embora os feirenses, os que conheço, empreguem à voz um tom caçoísta sempre que se referem ao “tédio†da cidade natal, tenho vontade de conhecer suas ruas, avenidas e praças, os pontos principais, um pouco da rotina e da gente de lá. Pessoalmente, acho impossível que não tenham nada para mostrar, nada do que se orgulhem. Afinal estamos falando da 2ª maior cidade da Bahia, 31ª do país.
Aí vão algumas informações sobre Feira, pescadas desse oceano de dados (incertos) que é a internet (para, quando perguntarem, você não dizer que só tem “peças de informação desconexasâ€):
A Cidade Comercial de Feira de Santana – desde 1938, apenas Feira de Santana – foi elevada à categoria de cidade em 16 de junho de 1873, 54 anos depois de tornar-se um povoado. Segundo a sua história, nasceu de um território desmembrado do município de Cachoeirinha, a Fazenda Sant’Anna dos Olhos D’Ãgua. Por ali, passavam tropeiros, viajantes e boiadas vindos do alto sertão baiano e de outros Estados, demandando o porto da Vila de Cachoeira (ou Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira do Paraguaçu! Ufa!). Com o movimento, o comércio de gado foi-se firmando na região, e prosperou; tanto que o Imperador D. Pedro II visitou as suas famosas feiras.
Entre legítimos e adotados, FS tem hoje 571.997 filhos (segundo estimativa feita em 2007) distribuídos por seus mais de 80 bairros e 8 distritos, que totalizam uma área de 1.339km² (Salvador tem 706.799km²).
Distante da capital 108km, Feira é cortada por três rodovias federais (BRs 324, 116 e 101) e quatro estaduais (BAs 52, 502, 503 e 504), sendo o maior entroncamento rodoviário do Norte e Nordeste. A posição privilegiada permite a convergência de pessoas, mercadorias e grana para o município. Conquanto sejam suas atividades econômicas bastante diversas, o comércio – uma vocação ancestral – ainda é o setor que, juntamente com o de serviços, mais emprega. Mas, os setores primário e secundário também estão presentes em Feira. Só a atividade industrial responde por cerca de 40% do ICMS arrecadado pelo município (o comércio arrecada mais de 50%). Este ano, Feira de Santana já rendeu ao Estado, em ICMS, R$ 229.852.921,23, perfazendo uma média/mês de R$ 28.731.615,15 entre janeiro e agosto (os números eu retirei do site oficial da SEFAZ, somei e dividi, para obter o total e a média do recolhimento). Há, no Centro Industrial do Subaé, 24 diferentes ramos de atividade econômica, que vão desde a manufatura de alimentos e calçados até a metalurgia e a química. Recentemente, uma fábrica da Nestlé entrou em funcionamento no CIS, e já se encontra em processo de expansão.
(Nós passamos por ela, mas, nem a câmera de Ricardo nem a filmadora de Henrique registraram o momento. Foi Fabinho quem salvou com a sua “Canon PowerShot A 430â€. Devíamos era ter parado para uma excursão! Imagine: chocolates, biscoitos, Chandelle…Humm! Tudo o que não presta: cuidado, gente, que, hoje em dia, comer também mata, viu?!)
A agropecuária teve sua importância em relação às outras atividades econômicas diminuída a partir da década de 70, com a vinda do setor industrial e conseqüente urbanização do município (a maior parte da população feirense é, hoje, urbana).
Feira de Santana conta com uma universidade própria, a UEFS, que mantém 27 cursos de graduação, um corpo discente de mais de 9 mil alunos, museus etc. etc., além do Observatório Astronômico Antares, fundado em 1971.
Um dos museus que mais despertou a minha curiosidade, quando das pesquisas para escrever “um pouco†sobre FS, foi o MAC – Museu de Arte Cotemporânea. O MAC, instalado no antigo prédio do Museu Regional de Feira de Santana (criado por Assis Chateaubriand e cujo acervo foi transferido, em 1995, para o Centro Universitário de Cultura e Arte da UEFS) é o primeiro museu high-tech do Norte-Nordeste: através da internet, o visitante pode acessar os acervos dos principais museus do planeta.
Além disso, há para se conhecer em Feira o Mercado de Arte Popular e, claro, o/a Feiraguai (que não consta do site oficial da prefeitura), onde você encontra o que de melhor se “importa†dos hermanos paraguaios. (Eu tenho uma amiga que todo final de semana voltava de lá com um relógio diferente.)
Feira de Santana também tem as suas festas típicas populares, como a micareta (primeiro carnaval fora de época do Brasil), o São João de São José (Hã?), o São Pedro em Humildes, o Festival do Violeiro, a Corrida de Jegues (Essa é em novembro! Dá pra conferir, hein?!), os folguedos da Festa de Sant’Anna, enfim. Quem quiser bater uma carne-de-sol ou aquela maniçoba, mesmo que esteja só de passagem, a Princesa está a espera! E piscando o olho!
Thácio Faria.
 
(Estas informações, como outras tantas do blog, foram selecionadas a partir da internet e, claro, a realidade do município pode ser muito mais desbotada do que sugerem as cores da imaginação alimentada por todos esses dados. Além do mais, não abordei os problemas que, certamente, existem na cidade. O que não impede ninguém que esteja disposto a se arriscar pela BR-324 de ir lá e tirar as suas próprias conclusões. Eu, de minha parte, espero conhecer Feira tão logo suja a oportunidade, suas virtudes e suas mazelas. Vou até sugerir que o Projeto Fuga faça um breve pouso dá próxima vez que por lá passarmos. AH! E qualquer “peça de informação†desencontrada, por favor, nos comunique para que a correção seja feita, quando for o caso. Obrigado!)
 
“Já que desejas, porém, viajar, faze-o como uma experiência para dentro, descobrindo o mundo íntimo profundo, e aí fruirás da plenitude que nunca se acabaráâ€.
 
(Da obra do feirense Divaldo Franco: Momentos de Coragem. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL, 1988.)
 

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